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7 tecnologias que farão e não farão sentido após a pandemia

Pandemia exigiu adoção de tecnologias que vão garantir funcionamento das empresas no home office. Saiba quais podem não fazer sentido após essa crise.

E isso não foi somente em empresas de TI. Quando o assunto é inovação, é fácil pensar que elas estão na frente nessa jornada digital. Pode até ser, mas outros setores também buscam meios de inovarem com tecnologia para manter a competitividade no mercado.

No entanto, a inovação só acontece, de fato, quando a empresa adota a tecnologia correta para o seu negócio. Ainda mais quando ela evolui em um ritmo mais rápido e constante e, em momentos de crise, precisa reagir rápido às mudanças.

Por sorte, muitas empresas já perceberam os impactos positivos ao adotar determinadas tecnologias durante o surto de COVID-19. Por outro lado, notaram também que algumas soluções têm grandes chances de entrar em desuso num cenário pós-pandemia.

Você imagina quais são?

1. Videochamadas (faz sentido)

Não há como negar que ferramentas de videochamada se tornaram presentes em (quase) todas as empresas. Muitos colaboradores têm trabalhado de casa, impulsionando o uso dessas plataformas para reuniões.

Esse aumento de reuniões virtuais fez até mesmo as empresas do setor da educação apostarem nessas ferramentas para dar continuidade no ensino. A sala de aula tradicional deu lugar ao Google Meet ou Microsoft Teams em muitas instituições.

Aqui vale destacar também as oportunidades para os provedores de serviço em nuvem. Videochamada exige um grande poder computacional, então essas empresas vão fornecer máquinas virtuais para atender as demandas de reuniões on-line.

2. Computação em nuvem (faz sentido)

Soluções em nuvem se expandiram para absorver a demanda das ferramentas de videochamadas. Se a tecnologia permite a escalabilidade dos serviços, essa foi uma de várias provas que ela é necessária para a continuidade dos negócios após a crise.

Porém, a tecnologia entrega mais do que videochamadas. Provedores cloud entregaram um ambiente em nuvem quando as empresas mais precisavam. Isso as permitiu acelerar os negócios e reagir aos impactos trazidos pela pandemia.

3. Metodologia ágil (faz sentido)

Metodologia ágil em muitas empresas funcionava da seguinte forma:

  • Equipe se reunia para discutir as entregas de um projeto.
  • Uma sala de guerra era reservada para reuniões de progresso.
  • As paredes eram cobertas de post-its e gráficos de Gantt.
  • Projeto era entregue.

Com o home office em alta, a metodologia ágil é mais que necessária para as empresas, porque os projetos deverão ser entregues e ajustados em um prazo muito pequeno. Se o momento é de reduzir custos, esse método traz ciclos de trabalho menores e resultados mensuráveis.

4. Ferramentas colaborativas (faz sentido)

Se antes uma apresentação de resultados exigia pessoas dentro de uma sala e vários papéis sendo distribuídos, agora o esforço será bem menor graças às ferramentas de colaboração e também à computação em nuvem.

Vamos pegar o Microsoft Teams, por exemplo. A plataforma possui as ferramentas do Office, então uma equipe consegue encontrar e compartilhar documentos de maneira fácil. Sem contar a possibilidade de edição em tempo real, levando agilidade e produtividade ao time.

Outro destaque do MT e de outras ferramentas é o suporte à instalação de extensões de terceiros, que vão adicionar funcionalidades que facilitem o trabalho remoto. O retorno ao escritório pode até acontecer, mas essas plataformas ainda farão parte do dia a dia.

5. Ferramentas de gerenciamento de escritório (não faz sentido)

Você tem um cliente de outro estado. Antes da pandemia, sua empresa tinha uma sala específica para telepresença: monitores de alta definição, câmera, microfone e tantos outros dispositivos e softwares para garantir uma reunião sem ruídos.

No entanto, com a pandemia, a força de trabalho está em casa. Basta um notebook com webcam, uma conexão à internet e uma ferramenta de colaboração para você saber como o seu cliente está lidando com a crise.

Além do exemplo citado acima, tablets instalados em uma sala para controlar a iluminação e temperatura do ambiente, sensores físicos para detectar chips RFID em crachás e copiadoras deverão estar em segundo plano nos investimentos de uma empresa.

6. Dispositivos corporativos (não faz sentido)

Não é que os computadores de uma empresa vão desaparecer, mas sabemos que muitos desses dispositivos são antigos, abrindo brechas de vulnerabilidade e colocando os dados da organização em risco.

Por mais que muitos colaboradores tenham recebido um notebook para trabalhar de forma remota, a equipe de TI ainda precisará garantir que essa máquina esteja atualizada e segura, principalmente se ela não for tão nova assim.

Isso possibilita dois cenários de redução de custo para a empresa: o primeiro é o investimento em soluções de firewall e VPN. Já o segundo é a contratação de máquinas no modelo as a Service, que vai garantir os dispositivos mais atuais e suporte a eles.

7. Servidores on-premise (não faz sentido)

Igual ao exemplo anterior, ainda há um sentido no uso de servidores físicos em uma empresa. Mas, se a força de trabalho está em home office, algumas desvantagens começam a ficar mais evidentes: gastos com imóvel, com eletricidade e segurança, por exemplo.

Como será a sua empresa amanhã?

Nos próximos meses, possivelmente muitas empresas irão começar os ensaios para voltar a receber os funcionários aos escritórios. O território é ainda desconhecido, mas a intenção para muitas é criar um ambiente seguro para o colaborador.

Até lá, as empresas irão rever o orçamento de TI para investir em tecnologias que vão trazer retornos financeiros e de produtividade, focados no trabalho remoto.

 

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